A cidadela inventada

Cavalcanti,Pihba - Bertrand Brasil

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Descrição
Tendo como cenário o Brasil, mais precisamente o Recife de Pernambuco durante o século 17, A Cidadela Inventada, romance de estréia de Pihba Cavalcanti, apresenta dois personagens: o astrônomo Georg Markgraf, que relata sua formidável habilidade de viajar em estado de antimatéria pelo tempo e espaço ao seu dileto amigo, o cartógrafo Adriaen va(...)
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Detalhes
- isbn: 9788528612981
- idioma: PORTUGUES
- paginas: 240
- edicao: 1
- encadernacao: BROCHURA
Sinopse
Tendo como cenário o Brasil, mais precisamente o Recife de Pernambuco durante o século 17, A Cidadela Inventada, romance de estréia de Pihba Cavalcanti, apresenta dois personagens: o astrônomo Georg Markgraf, que relata sua formidável habilidade de viajar em estado de antimatéria pelo tempo e espaço ao seu dileto amigo, o cartógrafo Adriaen van der Zee, que assume como privilégio a missão única e original de compilar tais informações para compor o manuscrito que nos é apresentado – cujo título é “As Espantosas e Secretíssimas Viagens Antimateriais do Astrônomo, Botânico e Zoólogo Georg Markgraf van Liebstadt”. Nesta obra absolutamente original, Pihba reconstrói a história do Brasil ao mesmo tempo em que desconstrói a narrativa e cria um senso muito próprio de linearidade para contar uma aventura sem precedentes.Naqueles primeiros anos de Recife, sob o controle dos Países Baixos, chegaram ao país artistas, astrônomos, cartógrafos, naturalistas, arquitetos e engenheiros, alguns dos quais fundaram a confraria dos Mensageiros do Futuro. Nela, irromperam debates apaixonados sobre rituais mágicos praticados por negros africanos na cidadela chamada Quilombo dos Palmares, sobre as propriedades medicinais das ervas cultivadas pelos povos indígenas, as alterações sensoriais provocadas pelo uso do ópio... e um misterioso artefato denominado simplesmente de machina incógnita.“Quando alguém me perguntou qual era o clima predominante em A Cidadela Inventada, arrisquei: provavelmente o que tinha a ver com as grandes esperanças depositadas pelos colonizadores europeus do início do Renascimento no Novo Mundo a que chegavam”, afirma Pihba Cavalcanti. “Nesse sentido, abordei – com humor, quase sempre – o que animava e alimentava a curiosidade dessa gente, o que estaria dando voltas em suas mentes, e em como nestas se traduzia o encantamento ante um estado de coisas que a muitos fazia pensar em algo como a Utopia, ou a Nova Atlântida, ou a Cidade de Deus, sonhos medievais tão caros e sublimes.”