Metrópolis

Harbou,Thea - Editora Aleph

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Descrição
+ Com tradução direta do alemão, é a primeira vez que Metropolis será publicado no país. + Escrita pela alemã Thea Von Harbou, a obra inspirou o filme homônimo de Fritz Lang, este considerado um clássico absoluto na história do cinema. + Um marco na literatura do século 20 e na ficão científica como um todo, o livro é uma das mais importantes (...)
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Detalhes
- isbn: 9788576574552
- idioma: PORTUGUES
- paginas: 416
- edicao: 1
- encadernacao: CAPA DURA
Sinopse
+ Com tradução direta do alemão, é a primeira vez que Metropolis será publicado no país. + Escrita pela alemã Thea Von Harbou, a obra inspirou o filme homônimo de Fritz Lang, este considerado um clássico absoluto na história do cinema. + Um marco na literatura do século 20 e na ficão científica como um todo, o livro é uma das mais importantes narrativas distópicas já escritas. + Metropolis é um dos principais lançamentos da Aleph em 2019, apresentando capa dura, 25 ilustrações do artista Mateus Acioli e textos complementares da cineasta Marina Person e do escritor Anthony Burgess (Laranja Mecânica). Na cidade futurística de Metrópolis, a população divide-se em dois andares. No primeiro, uma elite dominante desfruta dos prazeres da vida no segundo, subterrâneo, os trabalhadores lutam para sobreviver. Quando Freder, o filho do Senhor da grande Metrópolis e habitante do primeiro andar, se apaixona por Maria, da cidade subterrânea, começa a conhecer melhor as condições às quais os trabalhadores são submetidos. Uma revolta começa a surgir entre os operários, e só o que faltava para uma revolução era uma líder. Quando ela surge, nada pode conter a fúria dos oprimidos. Este romance, criado por Thea von Harbou, foi publicado bem próximo a sua adaptação cinematográfica, em 1927. Além de ter escrito o romance, Thea também foi uma das roteiristas do filme. Ambos são um marco não só na ficção científica, por influenciarem a sua estética para sempre, mas na história do cinema. Esta edição, traduzida diretamente do alemão, conta com um posfácio de Marina Person, uma análise de Franz Rottensteiner, um texto de Anthony Burgess e uma reprodução do programa do filme para a ocasião de seu lançamento.